Cote d'Ivoire

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Tool 1 : Political Leadership and National Ownership of Security Sector Reform Processes

Tool 1 of the Toolkit for Security Sector Reform and Governance in West Africa by DCAF addresses political will and national ownership, fundamental requirements of SSR processes.

Without the strong political commitment of national authorities, SSR will fail, regardless of the material resources and technical expertise invested into it. SSR must be home-grown, designed to meet country-specific needs, and led by national stakeholders who take full responsibility for it. For SSR to produce sustainable results, it is also essential to ensure the active involvement of a critical mass of citizens - men and women - from all strata of society in the definition and implementation of a reform agenda that reflects a shared vision of security. Unless it relies on an inclusively defined and widely shared vision of security, SSR cannot succeed.

Acknowledging the challenges that may arise in the process of operationalising these principles, Tool 1 offers practical guidance on how to reinforce national ownership and leadership while defining an inclusive, national vision of security as a basis for a security sector reform. It provides an overview of potential entry points for SSR in the broader framework of national governance in a West African setting. It also suggests how to institutionalise the national leadership and coordination of an SSR process, including through strategic communication.

The Tool is primarily intended for policy and other strategic decision makers, government officials involved in security sector governance, national SSR advisers and practitioners. It will also provide members of parliament, other oversight institutions, civil society organisations and development partners with an overview of the responsibilities of the executive in SSR and how to uphold national ownership throughout the process.

For more information on the tool Political Leadership and National Ownership of Security Sector Reform Processes, kindly follow the link to the DCAF website.

Follow the links to access the other documents in the Toolkit for Security Sector Reform and Governance in West Africa: 

Tool 2: Security Sector Reform Programming

Tool 4: Effective Management of External Support to Security Sector Reform

Tool 6: Civil Society Involvement in Security Sector Reform and Governance

The publication is also available in français and português.

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Tool 2 : Security Sector Reform Programming

The conduct of an SSR process requires translating a political, national vision of security into an operational programme and defining the different concrete actions needed to generate the desired societal change and improve security for all. SSR programming provides tools both to determine the nature of the change sought in the functioning of the security sector and to plan implementation in a structured manner that is measurable over time.

Tool 2 of the Toolkit for Security Sector Reform and Governance in West Africa addresses the successive programming steps that enable the development and rolling out of a context-relevant SSR programme. These steps range from an initial needs assessment to the setting up of coordination mechanisms aimed at ensuring overall coherence of national SSR efforts. The Tool offers practical advice for prioritising and sequencing reform actions, budgeting the programme and mobilising the resources necessary for its implementation, establishing viable and efficient management mechanisms, coordinating national and international actors involved in the implementation of the programme and developing a communication strategy to support transparency and sustain national ownership.

For more information on Tool 2 : Security Sector Reform Programming, kindly follow the link to the DCAF website.

Follow the links to access the other documents in the Toolkit for Security Sector Reform and Governance in West Africa: 

Tool 1: Political Leadership and National Ownership of Security Sector Reform Processes

Tool 4: Effective Management of External Support to Security Sector Reform

Tool 6: Civil Society Involvement in Security Sector Reform and Governance

This publication is also available in français and português.

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Ferramenta 1 : Liderança Política e Apropriação Nacional dos Processos da Reforma do Sector de Segurança

Esta ferramenta 1 « Liderança Política e Apropriação Nacional dos Processos da Reforma do Sector de Segurança », parte da « Caixa de Ferramentas para a Reforma e Governação do Sector de Segurança na África Ocidental », fornece orientações práticas para as autoridades nacionais da África Ocidental sobre como abordar a RSS de uma forma que demonstre liderança e garanta uma apropriação nacional inclusiva. Ressalva a importância da vontade política na formulação de políticas relacionadas com o sector de segurança, a necessidade de envolver actores não-estatais não só na fase inicial, mas também durante todo o processo de reforma, e a necessidade de articular a RSS com outras políticas e reformas à escala nacional. A ferramenta também se debruça sobre o papel desempenhado pela CEDEAO, que apoia os estados-membros na construção de processos de reforma endógenos. Aborda igualmente os desafios práticos que as autoridades nacionais poderão vir a enfrentar na concepção e implementação de processos de RSS, propondo também soluções para enfrentá-los.

A ferramenta pretende ser um recurso para os responsáveis pela tomada de decisões estratégicas, funcionários governamentais, consultores nacionais e outros profissionais de RSS. Também disponibilizará aos membros do parlamento, a outras instituições de supervisão, às organizações da sociedade civil (OSC) e aos parceiros de desenvolvimento uma visão geral das responsabilidades que o poder executivo tem na RSS e sobre como garantir a apropriação nacional ao longo do processo.

Para maiores informações sobre a Ferramenta 1 : Liderança Política e Apropriação Nacional dos Processos da Reforma do Sector de Segurança, siga o link para o website do DCAF.

Por favor, siga o link para ter acesso às outros documentos da Caixa de Ferramentas para a Reforma e Governação do Sector de Segurança na África Ocidental: 

Ferramenta 2 : Programação da Reforma do Sector de Segurança

Ferramenta 4 : Gestão Eficaz do Apoio Externo à Reforma do Sector de Segurança

Ferramenta 6 : Envolvimento da Sociedade Civil na Governação e Reforma do Sector de Segurança

Esta é a versão em Português da publicação. It is also available in English et disponible en français.

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Videos

Les programmes “Désarmement Désengagement et Réinsertion” : l’exemple ivoirien

Général Bruno Clément-Bollée est vice-président de Sovereign Global France. Il répond à nos questions à l’occasion du séminaire “Trafic d’armes en situation post-conflits : Etude de cas et enjeux”, organisé par l’IRIS et le GRIP, avec le soutien de la DGRIS, le mardi 24 janvier 2017 :
- En quoi constitue un programme DDR (Désarmement - Démobilisation - Réintégration) ?
- Est-il facile de réintégrer des combattants dans la société civile ?
- Vous étiez en Côte d'Ivoire entre 2013 et 2016. Comment le processus DDR a dû s'adapter aux particularités du tissu social et communautaire du pays ?

Pour accéder à la vidéo Les programmes “Désarmement Désengagement et Réinsertion” : l’exemple ivoirien, veuillez suivre le lien. 

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Podcasts

ONUCI Entretien avec Dr. Mpako Foaleng

Pendant cet entretien avec l'ONUCI, Dr. Mpako Foaleng parle au sujet des défis auxquels le parlement ivorien est confronté et le délai requis afin de surmonter ces obstacles. 

Podcast

Hamas’ Costly Options for Ending the Gaza Blockade

World Politics Review's weekly Trend Lines podcast addresses the SSR-related topics of the militarisation of police in Honduras and of transitional justice in Côte d'Ivoire after which it touches upon political prospects for Turkey, Syria and Iraq’s Kurds and then Hamas’ options for ending Gaza’s isolation. The discussion highlights the Honduran trend away from civilian policing and Côte d'Ivoire's apparent 'victor's justice'. 

To access the World Politics Review podcast on Hamas’ Costly Options for Ending the Gaza Blockade, kindly follow the link.

Podcast

Policy and Research Papers

Security Sector Reform and Governance Processes in West Africa: From Concepts to Reality

In light of the rapidly changing and evolving security situation in West Africa, this paper analyses ECOWAS policy documents relating to SSR and highlights the challenges of translating norms to practice. It assesses ECOWAS’s concrete support to SSR processes in the region, both as a partner and as a leading actor and outlines challenges to overcome and opportunities to be seized by ECOWAS in its role in supporting SSR. Finally, it puts forward recommendations to key stakeholders on how a Regional Framework for Security Sector Reform and Governance could serve as a platform for SSR support and a tool for conflict prevention and sustainable development.

The paper can also be downloaded in English, French or Portuguese at https://www.dcaf.ch/security-sector-reform-and-governance-processes-west-africa-concepts-reality

Paper

Reforma e Governação do Setor de Segurança na África ocidental: Dos Conceitos à Realidade

À luz da rápida mutação e evolução da situação de segurança na África Ocidental, este artigo analisa as políticas da CEDEAO relativas à SSR e destaca os desafios de implementação das normas estabelecidas.  Avalia ainda o apoio concreto prestado pela CEDEAO aos processos de SSR na região, tanto do seu envolvimento como parceiro, ou como ator principal; enumera os desafios a superar e as oportunidades a aproveitar pela CEDEAO, no que concerne ao seu apoio à SSR; e apresenta recomendações aos principais interessados sobre a forma como um Quadro Regional para a Reforma e Governação do Setor da Segurança poderá servir de plataforma de apoio à SSR, e de ferramenta para a prevenção de conflitos e desenvolvimento sustentável.

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Pour que la justice compte : enseignements tirés du travail de la CPI en Côte d’Ivoire

En octobre 2011, les juges de la Cour pénale internationale (CPI) ont autorisé le Procureur de la Cour à ouvrir une enquête sur des crimes commis pendant la crise postélectorale de 2010-2011 qui a secoué la Côte d’Ivoire. À ce jour, le Bureau du Procureur (BdP) de la CPI a engagé des poursuites contre trois personnes, y compris Laurent Gbagbo, pour des crimes prétendument commis par des forces fidèles à Gbagbo. 

Ce rapport publié par Human Rights Watch examine l’engagement de la Cour en Côte d’Ivoire et, dans une moindre mesure au Mali, où le BdP a ouvert des enquêtes en 2013. Ces recherches qui se sont appuyées sur des entretiens avec des représentants de la société civile et des journalistes ivoiriens et maliens ainsi que sur l’examen des décisions de justice et documents policiers pertinents révèlent que la Cour n’a pas encore saisi toutes les opportunités qui s’offrent à elle pour renforcer l’impact de ses procédures en Côte d’Ivoire.

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La réforme du secteur de sécurité à l'ivoirienne

sécurité ivoirienne

Cette étude de l'Ifri par Aline Leboeuf étudie la situation en Cote d'Ivoire en matière de RSS et met en lumière les tensions et paradoxes accompagnant ce processus. Ainsi, bien que les enjeux liés aux comzones  (ex-commandants de zone) ne soient pas complètement résolus, la RSS permet des résultats importants.

Néanmoins, bien que la situation sécuritaire en Côte d’Ivoire se soit grandement améliorée depuis 2011, des incidents ont toujours lieu ponctuellement et conservent un potentiel de déstabilisation qui justifie un effort continu de réforme du secteur de sécurité.

Vous pouvez retrouver ce document sur la réforme du secteur de sécurité en Cote d'Ivoire en cliquant sur le lien.

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Côte d’Ivoire, la voie étroite vers la réconciliation

Capture1

Le Groupe de recherche et d'information sur la paix et la sécurité (GRIP) publie une note d'analyse par Daniel Lopes, chercheur associé. La note porte sur la réconciliation en Côte d'Ivoire, défi que le président Alassane Ouattara, réélu en octobre 2015, a affirmé vouloir relever. La stabilisation du jeu politique semble être une étape vers cet objectif, de même que surmonter la question du foncier et son impact sur la cohésion sociale. Enfin, il s'agit aussi selon l'auteur de mettre fin à la perception d'une « justice des vainqueurs » qui ne viserait que les perdants politiques. 

Pour accéder à la note d'analyse Côte d’Ivoire, la voie étroite vers la réconciliation, veuillez suivre le lien.

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Dépenses militaires et importations d’armes dans cinq États ouest-africains

Capture1

La présente note publiée par le Groupe de recherche et d’information sur la paix et la sécurité (GRIP) est consacrée à l’évolution des dépenses militaires et aux achats d’armes de la dernière décennie de cinq pays francophones d’Afrique de l’Ouest : le Burkina Faso, la Côte d’Ivoire, le Mali, le Niger et le Sénégal. Aucun de ces pays ne peut être considéré comme une grande puissance, mais la plupart d’entre eux ont récemment choisi la voie d’un net renforcement de leur potentiel militaire, apparemment en riposte aux menaces terroristes et sécessionnistes qui secouent la sous-région. Sans trancher sur le bien-fondé d’une réponse militaire à ce type de menaces, la note tente de fournir un éclairage sur la quantité de ressources affectées à la défense et la sécurité, en les comparant dans la durée et au regard des dépenses affectées aux besoins sociaux des populations de ces pays.

Pour accéder à la note Dépenses militaires et importations d’armes dans cinq États ouest-africains, veuillez cliquer sur le lien.

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Ombuds Institutions for the armed forces in francophone countries of sub-Saharan Africa

Ombudsmen Sub Saharan Africa DCAF

This mapping study on ombuds institutions for the armed forces in francophone sub-Saharan African states is a project initiated under the aegis of the Organisation Internationale de la Francophonie (OIF) in collaboration with the Geneva Centre for the Democratic Control of Armed Forces (DCAF), in the framework of the OIF programme “Providing Support to Peacekeeping and Peacebuilding”.

The mapping study is the continuation of extensive research conducted within the context of a first project entitled “Ombuds Institutions for the Armed Forces in Francophone Africa: Burkina Faso, Burundi and Senegal.” The objectives of the mapping study are to develop a comprehensive analysis of the activities and role of the ombuds institutions; to identify factors that may facilitate or hinder the establishment and functioning of such institutions; to encourage ombuds institutions to deal with the armed forces and to improve the functioning and effectiveness of existing institutions; and to involve the ombuds institutions of the states concerned in the global process of exchanging good practice and experience between existing ombuds institutions.

The research explores sub-Saharan states, some with ombuds institutions whose mandates include military matters (Burkina Faso, Cameroon, Niger, Senegal, and Togo), some who have established general ombuds institutions, but without such jurisdiction over the armed forces (Burundi, Côte d’Ivoire, Republic of Guinea, Madagascar and Mali), and some who lack these institutions (Comoros and the Democratic Republic of the Congo). The paper delineates some common characteristics of general ombuds institutions, before pointing the challenges they confront, from the level of resources to a lack of visibility.

To access the Ombuds Institutions for the armed forces in francophone countries of sub-Saharan Africa, kindly follow the link.

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Monitoring de la stabilité régionale dans le bassin sahélien et en Afrique de l'Ouest (Octobre à décembre 2016)

Ce monitoring trimestriel, publié par le GRIP depuis 2011, est réalisé dans le cadre d’un projet intitulé « Contribution à l’amélioration de la sécurité humaine, à la prévention des conflits et au renforcement de l’état de droit en Afrique sub-saharienne », financé par le ministère des Affaires étrangères du Grand-Duché du Luxembourg. Il a pour but de suivre la situation sécuritaire en Afrique de l’Ouest avec un accent plus particulier sur le Burkina Faso, la Côte d’Ivoire, la Guinée, le Mali, le Niger et le Sénégal. Il se penche sur les questions de sécurité interne au sens large, les tensions régionales, la criminalité et les trafics transfrontaliers.

Pour accéder à l'étude Monitoring de la stabilité régionale dans le bassin sahélien et en Afrique de l'Ouest , veuillez cliquer sur le lien.

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Les mutineries de janvier 2017 en Côte d’Ivoire : scénarios et options

Que se passe-t-il en Côte d’Ivoire, ce pays qui a l’un des taux de croissance le plus élevé du continent africain mais reste confronté à d’importantes tensions socio-économiques comme en témoigne le mouvement social des fonctionnaires, qui a commencé en novembre et s’est poursuivi par la fermeture pendant trois semaines des écoles publiques en janvier ? Le discours officiel sur l’émergence, la croissance économique et les efforts déployés pour la réforme du secteur de sécurité (armée, police, gendarmerie, justice, douanes, renseignements et même sécurité civile), et en particulier l’adoption de lois de programmation militaire et de sécurité intérieure, semblaient indiquer des progrès à marche forcée laissant peu de place pour l’aventurisme des « corps habillés ». Pourtant, des problèmes restent à résoudre comme les conflits intercommunautaires de Bouna ou de l’Ouest, ou encore l’épineuse question de la réinsertion des microbes et de certains ex-combattants. 

Comment analyser ces mutineries de janvier et de février ? Quels scénarios peut-on construire pour les 3 ans à venir ? Comment relancer une RSS si difficile et pourtant si nécessaire ?

Pour accéder à l'étude Les mutineries de janvier 2017 en Côte d’Ivoire : scénarios et options, veuillez cliquer sur le lien.

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The Privatisation of security in Africa: Challenges and lessons from Côte d’Ivoire, Mali and Senegal

Private security in Africa is booming. Whether from the perspective of major multinational players or small-scale local enterprises, the market for commercial security has expanded and evolved over  recent years. However, policy makers rarely address private security, national parliaments and regulatory bodies provide limited oversight in this area, and the attention of African media and civil society is localized and sporadic. In short, a fundamental shift in the African security landscape is taking place under the radar of democratic governance. The Privatisation of Security in Africa – Challenges and Lessons from Côte d’Ivoire, Mali and Senegal provides expert accounts which portray the realities of the contemporary private security industry in Africa. The volume analyses key characteristics of security privatisation in Africa, offers new insights into the significance of this phenomenon from a security sector governance perspective and identifies specific entry points that should inform processes to promote good governance of the security sector in Africa.

To access the full report The Privatisation of security in Africa: Challenges and lessons from Côte d’Ivoire, Mali and Senegal, kindly click on the link.

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« Microbes » et sécurité en Côte d’Ivoire

L'auteur se penche ici sur la Côte d'Ivoire post- 2011. Depuis la fin de la crise post-électorale, le gouvernement a lancé, depuis 2012, une série de réformes, notamment au travers du plan national de développement (PND). Dans le cadre de ce dernier, les autorités amorcèrent une grande réforme du secteur de la sécurité (RSS) en mettant l’accent sur la sécurité humaine, considérée comme pilier de « l’émergence à l’ivoirienne » et corollaire indispensable du développement économique. Malgré ces progrès, des problèmes subsistent, et les autorités doivent aujourd’hui composer avec de nouvelles formes d’insécurité. Parmi ces nouveaux défis figurent les « enfants en conflit avec la loi », plus communément appelés « microbes », symboles des fragilités de la période post-électorale. Qui sont ces enfants « en rupture avec la loi » ? Quelle est l’origine de ce phénomène et quelle est sa trajectoire ?

Pour accéder à l'article « Microbes » et sécurité en Côte d’Ivoire, veuillez suivre le lien.

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Les mécanismes traditionnels de gestion des conflits en Afrique subsaharienne

L’ambition du présent article est d’offrir des clés de compréhension des principes qui sous-tendent et des acteurs qui animent le fonctionnement des mécanismes traditionnels mobilisés en Afrique de l’Ouest francophone afin de concourir à la gestion des conflits. En évitant d’idéaliser le fonctionnement de ces mécanismes, il s’agit d’évaluer leur légitimité, leur opérationnalité et leur pertinence pour satisfaire les besoins de sécurité des populations ouest-africaines dans le contexte sociopolitique actuel. Après avoir défini ce qui est ici entendu par « mécanismes traditionnels » et déterminé leur périmètre d’intervention, la première partie du présent texte se penche sur les caractéristiques communes à la plupart de ceux qui sont mobilisés en Afrique de l’Ouest ainsi que sur les différents acteurs politiques et sociaux habilités à procéder à leur activation. Une deuxième partie envisage le fonctionnement et l’actualité des mécanismes traditionnels de gestion des conflits dans le contexte de la Côte d’Ivoire. Enfin, l’étude cherche à déterminer dans quelle mesure les acteurs internationaux présents sur le continent africain peuvent ou non s’appuyer sur ces mécanismes traditionnels dans le cadre des interventions qu’ils y mènent.

Pour accéder à l'étude Les mécanismes traditionnels de gestion des conflits en Afrique subsaharienne, veuillez suivre le lien. 

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Monitoring de la stabilité régionale dans le bassin sahélien et en Afrique de l’Ouest – Avril à juin 2017

Ce monitoring trimestriel, publié par le GRIP depuis 2011, a pour but de suivre la situation sécuritaire en Afrique de l’Ouest avec un accent plus particulier sur le Burkina Faso, la Côte d’Ivoire, la Guinée, le Mali, le Niger et le Sénégal. Il se penche sur les questions de sécurité interne au sens large, les tensions régionales, la criminalité et les trafics transfrontaliers. 

Pour accéder à l'étude Monitoring de la stabilité régionale dans le bassin sahélien et en Afrique de l’Ouest – Avril à juin 2017, veuillez suivre le lien. 

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The Many Lives of a Peacekeeping Mission: The UN Operation in Côte d’Ivoire

The UN Operation in Côte d’Ivoire (UNOCI) completed its mandate on June 30, 2017, after more than thirteen years. One year later, the secretary-general is set to release his “comprehensive study of the role of UNOCI in the settlement of the situation” in the country. This presents an opportunity to examine the many stages or “lives” of a peacekeeping operation, something often overlooked.

This report aims not only to contribute to this learning process but also to go beyond the scope of the secretary-general’s study to examine the trajectory of UNOCI over the years. It provides a historical account of the various phases of the Ivorian crisis and examines how UNOCI evolved and adapted to the circumstances and how the Security Council dealt with the Ivorian dossier.

Based on this assessment, the report draws lessons from UNOCI for other peacekeeping missions. These include the challenges missions face when the consent of the host state is fragile, a permanent member of the Security Council is heavily involved, they have a mandate to certify elections, they take a robust approach to a crisis, they undertake both disarmament, demobilization, and reintegration and security sector reform processes, and the UN applies sanctions or arms embargoes.

For full access to the report, The Many Lives of a Peacekeeping Mission: The UN Operation in Côte d’Ivoire, please follow the link. 

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Quelle viabilité pour le processus de désarmement, démobilisation et réintégration de la Côte d’Ivoire ?

A deux ans de la prochaine présidentielle, des révoltes au sein de l’armée viennent ternir l’image de la Côte d’Ivoire en tant qu’exemple de sortie de crise réussie. Tandis que l’Opération de l’ONU pour la Côte d’Ivoire (ONUCI) se retire et que le gouvernement ivoirien qualifie sa réforme du secteur de la sécurité comme largement aboutie, des signaux laissent à penser que la paix en Côte d’Ivoire est loin d’être aussi durable qu’on ne le pensait.

Finalement, la Côte d'Ivoire n'a peut-être pas fait complètement table rase du passé. Un pays divisé par des facteurs socio-culturels, un bilan mitigé de l'ancien processus de paix, un procédé de désarmement réussi en trompe-l'oeil suivi de la crédulité de la communauté internationale ainsi qu'une réintégration trop hâtive des anciens combattants et tous ces facteurs associés de beaucoup de négligence font que la viabilité du processus de paix peut être remis en question.

Afin d'accéder à l'analyse, Quelle viabilité pour le processus de désarmement, démobilisation et réintégration de la Côte d’Ivoire ?, veuillez suivre le lien.

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Monitoring de la stabilité régionale dans le bassin sahélien et en Afrique de l'Ouest

Ce monitoring trimestriel, publié par le GRIP depuis 2011, a pour but de suivre la situation sécuritaire en Afrique de l’Ouest avec un accent plus particulier sur le Burkina Faso, la Côte d’Ivoire, la Guinée, le Mali, le Niger et le Sénégal. Il se penche sur les questions de sécurité interne au sens large, les tensions régionales, la criminalité et les trafics transfrontaliers.

Afin d'accéder à l'analyse, Monitoring de la stabilité régionale dans le bassin sahélien et en Afrique de l'Ouest, veuillez suivre le lien.

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Afrique de l'Ouest: Faire de la prévention des conflits la règle et non l'exception

Résultat d’une recherche documentaire et de dizaine d’entretiens menés à Cotonou, Lomé et à Abuja en mars et juin 2018, ce rapport s’interroge sur la manière dont le mécanisme d’alerte précoce et de réponse de la CEDEAO contribue à la prévention des conflits en Afrique de l’Ouest.

Partant des obstacles politiques et techniques auxquels la CEDEAO a été confrontée, il présente tout d’abord ses évolutions en matière de collecte de données ainsi que la récente réforme de décentralisation au plan national. En outre, il passe en revue les réponses que la CEDEAO, les États et la société civile sont susceptibles d’apporter pour combler le décalage persistant entre l’alerte et la réponse.

Enfin, il conclut sur l’idée qu’au-delà des difficultés techniques et financières, le déficit d’alerte précoce et les délais de réponse, souvent trop longs, résultent aussi d’une culture de la prévention encore très théorique. Des pistes de réflexion sont proposées pour en permettre une meilleure opérationnalisation.

Afin d'accéder à l'analyse, Afrique de l'Ouest: Faire de la prévention des conflits la règle et non l'exception, veuillez suivre le lien.

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Maintien et pérennisation de la paix: Quelles conditions et stratégies de sortie des opérations de maintien de la paix?

Les Casques bleus, acteurs essentiels des opérations de maintien de la paix des Nations unies, récompensés d’ailleurs par un prix Nobel de la paix en 1988, sont à la croisée des chemins. Le contexte des conflits a changé. Le rôle des Casques bleus et plus largement des opérations de maintien de la paix (OMP) évolue donc également.

À l’occasion du 70e anniversaire de cette « entreprise des Nations unies » (entamée donc depuis 1948), l’ensemble des parties prenantes ont adopté une Déclaration d’engagements communs concernant les opérations de maintien de la paix des Nations unies intitulée : « Action pour le maintien de la paix » (A4P). Son principal objectif, d’après le Secrétaire général Antonio Guterres, est de « combler le fossé entre les aspirations et la réalité », en donnant aux opérations de maintien de la paix des objectifs plus réalistes, en rendant les missions plus fortes et plus sûres et en mobilisant un meilleur soutien politique en faveur de solutions politiques d’une part, et de forces bien équipées et bien entrainées d’autre part ».

Pour accéder au rapport, Maintien et pérennisation de la paix: Quelles conditions et stratégies de sortie des opérations de maintien de la paix?, veuillez suivre le lien.

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Le problème du contrôle des groupes de vigilance en Afrique de l’Ouest francophone : Burkina Faso, Côte d’Ivoire, Sénégal

En Afrique, les groupes de vigilance varient énormément dans l’espace et le temps. Généralement, on explique l’émergence des groupes de vigilance par une aggravation assez intolérable et persistante de l’insécurité. Ils suppléent ainsi les carences de l’État dans les zones peu ou mal desservies par la police publique.

Ainsi à travers eux, ce sont les populations directement touchées par des crimes spécifiques qui s’approprient leurs problèmes et génèrent une entité chargée de les résoudre. Ces groupes permettent en outre de rendre disponible le bien collectif qu’est la sécurité à des populations qui en sont dépourvues. C’est une sécurité privée pour les couches défavorisées de la société.

Pour accéder à l'intégralité de la publication, Le problème du contrôle des groupes de vigilance en Afrique de l’Ouest francophone : Burkina Faso, Côte d’Ivoire, Sénégal, veuillez bien vouloir suivre le lien.

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Monitoring of regional Stability in the Sahel region and in West Africa – April to June 2019

This monitoring aims to monitor the security situation in West Africa with a focus on Burkina Faso, Côte d’Ivoire, Guinea, Mali, Niger and Senegal. It examines in particular broad internal security issues, regional tensions, and cross-border and transnational crimes.

For full access to the report, Monitoring of regional Stability in the Sahel region and in West Africa – April to June 2019 kindly follow the link. 

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Risques et Opportunités perçus pour la cohésion sociale et Gouvernance locale dans la Région du Haut-Sassandra

Cette recherche participative analyse le contexte socio-économique, sécuritaire et politique du Haut-Sassandra (Côte d’ivoire) ainsi que les risques et opportunités perçus pour la cohésion sociale et la gouvernance locale dans la région.

Pour accéder à l'intégralité du document Risques et Opportunités perçus pour la cohésion sociale et Gouvernance locale dans la Région du Haut-Sassandra, veuillez suivre le lien. 

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UN Police, Justice and Corrections Programming in Côte d'Ivoire - A Compact Case Study

Case studies on police, justice and corrections programming for nine UN complex operations and special political missions were developed by Stimson’s Future of Peace Operations Program at the request of the Office of Rule of Law and Security Institutions (OROLSI) of the UN’s Department of Peacekeeping Operations. They are descriptive rather than analytic documents that help to organize, by mission, the issues and activities that the main study, Understanding Impact of Police, Justice and Corrections in UN Peace Operations, treats functionally, across cases, and are summarized in the study’s annexes. 

To view the publication, please follow this link.

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The Security Sector in Cote d’Ivoire: A Source of Conflict and a Key to Peace

A new IPI report identifies the security sector in Côte d’Ivoire as a root of a decade of crises there and discusses how comprehensive security-sector reform is a key to preventing a return to armed conflict in the future. 
The report provides a historical perspective as to how the Defense and Security Forces in Côte d’Ivoire were at the root of the 2002 crisis, why successive peace accords failed to produce security sector reform, and how the failure to reunify the Ivoirian security forces prior to holding the 2010 presidential election was a key factor behind the recent crisis and contributed to its escalation into a military confrontation. 
The report also includes recommendations on how to focus reform on changing the relationship among politicians, security institutions, and the larger population, as part of a broader reconciliation process among Ivoirians themselves.

To view this publication, please follow this link.

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Insécurité Maritime dans le Golfe de Guinée : Vers une Stratégie Régionale Intégrée ?

L’insécurité maritime se confirme comme l’une des menaces persistantes à la stabilité des États riverains du golfe de Guinée. En dépit d’une prise de conscience croissante et de la volonté politique d’y faire face, l’augmentation rapide des actes de piraterie a pris de court plusieurs pays de la région. L’absence d’un dispositif commun, relativement complet, de surveillance et de lutte contre la piraterie, limite encore la portée des initiatives prises par certains États, et qui ne couvrent pas l’ensemble de la région du golfe de Guinée. Une stratégie à long terme passe par la mutualisation des moyens, et par la coopération entre les trois organisations régionales, la CEEAC, la CEDEAO et la Commission du golfe de Guinée, ainsi que par l’implication d’autres acteurs du secteur maritime concernés par la lutte contre la piraterie dans la région.

Veuillez suivre ce lien sur l'Insécurité Maritime dans le Golfe de Guinée :  Vers une Stratégie Régionale Intégrée afin de lire la publication.

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Monitoring de la stabilité régionale dans le bassin sahélien et en Afrique de l’Ouest – juillet à septembre 2019

Ce monitoring trimestriel, publié par le GRIP depuis 2011, a pour but de suivre la situation sécuritaire en Afrique de l’Ouest avec un accent plus particulier sur le Burkina Faso, la Côte d’Ivoire, la Guinée, le Mali, le Niger et le Sénégal. Il se penche sur les questions de sécurité interne au sens large, les tensions régionales, la criminalité et les trafics transfrontaliers. Ce monitoring trimestriel couvre la période juillet à septembre 2019. 

Afin d'accéder à l'analyse, Monitoring de la stabilité régionale dans le bassin sahélien et en Afrique de l'Ouest - julliet à septembre 2019, veuillez suivre le lien.

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From Timor-Leste to Darfur: New Initiatives for enhancing UN Civilian Policing Capacity

As peacekeepers have deployed at unprecedented levels worldwide, the demand for police to serve in such missions has swelled.The United Nations (UN), for example, has increased the use of police from two percent of its peacekeeping forces in 1995 to more than twelve percent today. The mandates for UN missions have also expanded dramatically, with greater attention devoted to police and rule of law activities. This trend reflects a recognition of the need to establish public security, combat lawlessness, and support the rule of law and governance in post-conflict societies.

Over 40 percent of the police deployed in UN missions today are in Africa, with officers working to support and build more effective and accountable rule of law institutions in countries such as the Democratic Republic of the Congo (DRC), Sudan, Côte d’Ivoire, and Liberia. African countries are also substantial contributors of police to UN missions, with more than a quarter of those deployed coming from the continent.

This Issue Brief explores the current demand for UN police, looks at recent and ongoing reforms undertaken at the United Nations and in the field, and considers additional ways to address shortcomings in the use of police and rule of law teams in peace operations.

This Issue Brief is one of six produced as part of Stimson’s workshop series, A Better Partnership for African Peace Operations, made possible by a generous grant from the United States Institute of Peace. The series examined progress, challenges, and potential steps forward in expanding national, regional, and international capacity to lead and participate in peace operations in Africa. The six issue briefs produced in conjunction with this project provide background and analytical context for the insights gained through the Better Partnership workshops. Each brief also highlights workshop findings and identifies recommendations for the US, UN, regional organizations, and policymakers.

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Books

From civil strife to peace building

From Civil Strife to Peace Buildingexamines peace-building efforts in the fragile West African states of Sierra Leone, Liberia, and C te d'Ivoire, with a focus on the role of the private sector in leading the reconstruction initiatives. Given that aid and debt relief, the traditional remedies for dependency and underdevelopment, have not been effective, the private sector is increasingly viewed as a major player in the revival of regional economies. Private sector support, however, requires government intervention to improve investment climates, curb corruption, strengthen the security sector, and reduce the cost of doing business. The contributors discuss ways in which West African governments can encourage the greater involvement of business in humanitarian support with incentives that demonstrate alignment with business objectives and profit margins, making humanitarian support simple and, more importantly, profitable and sustainable for both local and foreign investors. Co-published with the Centre for International Governance Innovation (CIGI)

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Security Sector Governance in Francophone West Africa

Experience shows that successful democratic transitions need to be underpinned by a security sector that is effective, well managed, and accountable to the state and its citizens. This is why it is so important to carefully examine security sector governance dynamics in contexts where security has often remained a 'reserved domain.' Understanding the issues and perspectives that divide political elites, the security sector, and citizens is the only way to develop security sector reform programs that are legitimate and sustainable at the national level. Through drawing on the close contextual knowledge of practitioners, researchers, and diverse local actors, this book supports this goal by analyzing security sector governance dynamics in each of the nine Francophone countries within West Africa. From this basis, strengths and weaknesses are analyzed, local capacities evaluated, and entry points identified to promote democratic security sector governance in the West African region. (Seri

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Deuxième Numéro de "Zoom sur la RSS", février 2013 - Second release of "Zoom sur la RSS", February 2013

Cette nouvelle publication « Zoom sur la RSS » arrive à son heure pour servir non seulement de source d’informations et de
partage de connaissances, mais aussi de plateforme d’échanges au bénéfice de toutes les parties prenantes à la RSS, qu’elles soient nationales ou internationales. 

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Côte d’Ivoire : élection présidentielle 2.0

Pour assurer la transparence de la prochaine élection présidentielle et éviter le renouvellement des errements passés, la Commission électorale indépendante (CEI) fait appel aux technologies de pointe.

Après avoir choisi le transfert électronique vers Abidjan des résultats provisoires collectés au siège des commissions locales, Youssouf Bakayoko, son président, va imposer le recours à la biométrie lors des opérations de vote, ce qui présentera l’avantage de faire taire les habituelles accusations de fraude.

Article complet ici

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Pourquoi la Côte d’Ivoire devrait s’assurer de la tenue d’élections pacifiques — aujourd’hui comme demain

Le 25 octobre 2015, les élections présidentielles auront lien en Côte d'Ivoire. Cet article discute de la situation conflictuelle en Côte d'Ivoire et présente quatre points sur lesquels le gouvernement et les dirigeants de l’opposition devraient se concentrer pour minimiser la violence et respecter les droits de tous les manifestants de manière impartiale. 

L'article est disponible ici: Pourquoi la Côte d’Ivoire devrait s’assurer de la tenue d’élections pacifiques — aujourd’hui comme demain

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Réconciliation et croissance économique en Côte d’Ivoire

Suite à la résolution violente du conflit ivoirien en 2011, le président Alassane Ouattara a fait le pari que la reprise économique du pays permettrait d’initier une réconciliation politique et sociale. Cette stratégie post-conflit est liée à l’idée que la croissance économique, notamment la création d’emplois, peut réduire les risques d’une reprise du conflit et promouvoir la réconciliation.

En effet, les chercheurs débattent depuis de nombreuses années des liens à faire ou à ne pas faire entre les conflits et le (sous) développement, soupçonnant que le développement est un prérequis pour la paix, la sécurité et la stabilité.

Les thèses de l’économiste Paul Collier sur les causes des conflits en Afrique ont grandement influencé les pratiques de la Banque mondiale et autres organisations internationales impliquées dans la gestion des conflits (notamment sa contribution dans le débat « greed and/versus grievance » 1 ) Mais qu’en est-il de la Côte d’Ivoire où le président a clairement lié son projet économique à la réconciliation? Ce pari est-il une stratégie de paix viable?

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Analyse comparative du DDR en Sierra Leone et en Côte d’Ivoire : dynamiques post-conflit et réconciliation

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Ce Bulletin du centre Francopaix publié par la Chaire Raoul-Dandurand en études stratégiques et diplomatiques à l’Université du Québec à Montréal analyse le lien entre le processus DDR et les dynamiques post-conflit en Sierra Leone et en Côte d’Ivoire. La conduite des opérations DDR dans ces deux pays est liée au processus politique de sortie de crise, dont le caractère asymétrique peut menacer la paix et la sécurité. Il y a un besoin d’inclusivité pour la réussite du processus. Les résultats obtenus dans le cadre du processus DDR en Sierra Leone et en Cote d'Ivoire montrent des insuffisances en matière de capacités de réinsertion des ex-combattants dans le tissu socio-économique fragilisé par le conflit.

Pour accéder au rapport d’Analyse comparative du DDR en Sierra Leone et en Côte d’Ivoire : dynamiques post-conflit et réconciliation, veuillez cliquer sur le lien.

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Evaluation of the Results of National Police Capacity-Building in Haiti, Côte d’Ivoire and the Democratic Republic of the Congo by United Nations P...

Considered against the many deficits affecting national police forces when MINUSTAH,
UNOCI and MONUC/MONUSCO were mandated, the missions’ police components have
made plausible contributions to capacity-building. But for the United Nations to be more
effective requires the Security Council to support longer-term capacity-building with
adequate resources; an engaged and solution-oriented United Nations Headquarters providing
meaningful guidance to the field; missions throwing their weight behind inherent political
and practical challenges; and for Member States to provide better qualified police officers. This report identifies recurring issues across all three missions. 

To read the Minutes of the meeting of the Security Council, and the statements of the representatives from the delegations, kindly follow the link.

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UNDPKO SSR Newsletter No. 13, January-March 2012

The SSR Newsletter, published on a quarterly basis, is aimed at providing an update on recent activities of the SSR Unit and an overview of upcoming initiatives, in addition to sharing relevant information and announcements with the greater SSR community.

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Premier numéro de "Zoom sur la RSS", juin 2012 - First release of "Zoom sur la RSS", June 2012

Cette nouvelle publication « Zoom sur la RSS » arrive à son heure pour servir non seulement de source d’informations et de
partage de connaissances, mais aussi de plateforme d’échanges au bénéfice de toutes les parties prenantes à la RSS, qu’elles soient nationales ou internationales. Ce premier numéro contient des articles variés qui introduisent le concept de et démontrent l’importance de la RSS en Cote d’Ivoire. Les points de vue de quelques acteurs clés du processus d’élaboration d’une stratégie nationale de sécurité ainsi que des informations fort utiles sur les activités de l’ONUCI et de ses partenaires y sont également présentées.

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UNDPKO SSR Newsletter No. 15, July-September 2012

The SSR Newsletter provides an update on recent activities of the SSR Unit, gives an overview of upcoming initiatives and shares relevant information and announcements with the greater SSR community.
 In this issue:

  • The Fifth Inter- Agency Senior SSR Practitioners Workshop
  • SSR Chiefs and Advisers Discuss Common Challenges 
  • Spotlight on a Mission: SSR in Côte d’Ivoire 
  • Developing Guidance on Public Expenditure Reviews 
  • Opening of an Emergency Response Centre in Timor-Leste 
  • A Video on Defence Sector Reform 
  • Support Visit to Libya 
  • Coming Soon... 
  • About the SSR Newsletter 
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Deuxième numéro de "Zoom sur la RSS", octobre 2012 - Second release of "Zoom sur la RSS", October 2012

Cette nouvelle publication « Zoom sur la RSS » arrive à son heure pour servir non seulement de source d’informations et de
partage de connaissances, mais aussi de plateforme d’échanges au bénéfice de toutes les parties prenantes à la RSS, qu’elles soient nationales ou internationales.   Ce numéro contient un article qui discute les phases prochaines après l'élaboration de la stratégie nationale de sécurité ainsi que des informations fort utiles sur les activités de l’ONUCI et de ses partenaires.

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Cinquième Numéro de "Zoom sur la RSS", novembre 2012 - Fifth release of "Zoom sur la RSS", November 2012

Cette nouvelle publication « Zoom sur la RSS » arrive à son heure pour servir non seulement de source d’informations et de
partage de connaissances, mais aussi de plateforme d’échanges au bénéfice de toutes les parties prenantes à la RSS, qu’elles soient nationales ou internationales.   Ce numéro contient un article qui discute les phases prochaines après l'élaboration de la stratégie nationale de sécurité ainsi que des informations fort utiles sur les activités de l’ONUCI et de ses partenaires.

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Evaluation of the Results of National Police Capacity-Building in Haiti, Côte d’Ivoire and the Democratic Republic of the Congo by United Nations P...

Considered against the many deficits affecting national police forces when MINUSTAH,
UNOCI and MONUC/MONUSCO were mandated, the missions’ police components have
made plausible contributions to capacity-building. But for the United Nations to be more
effective requires the Security Council to support longer-term capacity-building with
adequate resources; an engaged and solution-oriented United Nations Headquarters providing
meaningful guidance to the field; missions throwing their weight behind inherent political
and practical challenges; and for Member States to provide better qualified police officers. This report identifies recurring issues across all three missions. 

To read the Minutes of the meeting of the Security Council, and the statements of the representatives from the delegations, kindly follow the link.

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